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Sistemas corporativos

Sistemas que sustentam uma organização inteira

Muitas filiais, muitos perfis, dinheiro de verdade circulando e uma trilha de auditoria que precisa se sustentar meses depois. Construídos em partes que entram no ar à medida que ficam prontas, para você nunca estar dezoito meses dentro de um projeto sem nada funcionando.

O que isso significa na prática

As seis coisas que separam um sistema de um site

Qualquer equipe competente constrói telas. Estas são as partes que decidem se o sistema ainda é confiável no terceiro ano.

Muitos perfis, uma só verdade

Um gerente de filial, um contador, um diretor regional e um auditor precisam, cada um, de uma visão diferente do mesmo registro — e nenhum deles pode ver, sem ninguém perceber, algo que não deveria. Acesso por perfil projetado na camada de dados, e não escondido na interface, porque uma tela que simplesmente não mostra um botão não é controle de acesso.

Aprovações que valem alguma coisa

Cadeias de aprovação em várias etapas, com delegação, escalonamento e um registro com data e hora de quem aprovou o quê e em qual versão. É a versão que importa numa disputa: uma aprovação ligada a um documento que foi editado depois não é uma aprovação.

Uma trilha de auditoria que você pode defender

Cada alteração gravada como um evento, e não por cima do dado anterior — valor antigo, valor novo, quem fez, quando e por quê. Reconstituível meses depois, que é o único teste que conta, e o motivo pelo qual operações financeiras e reguladas podem rodar nele.

Dinheiro que fecha

Recebimentos, liquidações, reembolsos, repasses e o razão que precisa bater com o extrato bancário no fim do mês. A integração é a metade fácil; a conciliação e os caminhos de falha são onde esses projetos realmente dão errado.

Integrações que aguentam o outro lado

Gateways de pagamento, software de contabilidade, portais do governo, logística, mensageria. Construídas partindo do princípio de que o outro sistema vai ser lento, vai estourar o tempo limite e, de vez em quando, vai responder duas vezes — para que uma nova tentativa nunca cobre o cliente em dobro.

Migração sem parar a operação

A saída das planilhas ou de um software que ficou pequeno, com os dois rodando em paralelo até o novo se provar. Um fim de semana de virada sem caminho de volta é uma decisão que ninguém deveria ter de tomar num domingo à noite.

Como funciona

Seis fases, e a primeira não é código

Os erros mais caros num projeto corporativo acontecem antes de qualquer coisa ser construída — na distância entre o processo como está documentado e o processo como é feito de verdade.
01

Estudar o que realmente acontece

Não o processo documentado — o processo como é executado, incluindo os jeitinhos. Os jeitinhos são os requisitos; o sistema que os ignora é aquele ao lado do qual a equipe mantém, discretamente, uma planilha.

02

Arquitetura e um registro escrito das decisões

A estrutura, o modelo de dados, as integrações e as escolhas feitas, por escrito e com o raciocínio. Para que, daqui a dois anos, alguém consiga ver por que uma escolha foi feita, em vez de adivinhar e desfazer.

03

Construir em partes utilizáveis

Um departamento ou uma filial de cada vez, no ar e em uso real, em vez de um projeto de dezoito meses revelado só no final. A primeira parte já está em produção enquanto a segunda está sendo escrita.

04

Migrar e rodar em paralelo

Dados históricos transferidos e verificados por conciliação, não por inspeção visual. Os dois sistemas ficam no ar até os números baterem por um ciclo completo.

05

Treinar quem vai usar

Com os próprios dados, na própria filial. A adoção é onde a maioria desses projetos falha, e falha em silêncio — o software funciona e ninguém usa.

06

Operar

Monitoramento, backups testados restaurando de verdade, um esquema de plantão e um roadmap revisado a cada trimestre. Um sistema sem dono depois do lançamento se degrada, mesmo que ninguém mexa nele.

Stack

Com nome e sobrenome, para poder ser conferida

Propositalmente consolidada. Um sistema corporativo escrito em algo exótico é um sistema que só nós conseguimos manter, e essa é uma dependência que você deveria recusar de qualquer fornecedor.

Produto

  • Next.js
  • React
  • TypeScript
  • Tailwind CSS
  • React Native
  • Expo

Backend

  • NestJS
  • Node.js
  • PostgreSQL
  • Prisma
  • Redis
  • WebSockets

Nuvem

  • Vercel
  • Render
  • Cloudflare
  • Docker
  • Armazenamento de objetos
  • CDN

Dinheiro

  • Razorpay
  • Stripe
  • Cashfree
  • UPI
  • Repasses
  • Assinaturas

IA

  • Google Gemini
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  • Visão computacional
  • Voz
  • Embeddings
  • Agentes

Crescimento

  • SEO técnico
  • Meta Ads
  • Google Ads
  • WhatsApp Business
  • E-mail
  • Analytics

Traga o processo, não a especificação.

A primeira reunião mais útil é um passeio pelo que sua equipe faz numa terça-feira comum. A especificação sai daí — e quem escreve somos nós, não você.